Pureza Doutrinária – Parte I

Importância da unidade e integridade

Revelada pelos espíritos superiores e fielmente codificada por Allan Kardec, a Doutrina Espírita se constitui de princípios que são as mais avançadas informações já recebidas do plano espiritual pela Humanidade sobre as leis divinas que regem o Universo e a vida dos seres.

Kardec se empenhou em divulgar o mais possível essa doutrina, a fim de “resolver e reformar o mundo inteiro”.

Mas, avisava, em Obras Póstumas (Projeto 1868):
“Um dos maiores obstáculos capazes de retardar a propagação da Doutrina seria a falta de unidade” e “o único meio de evitá-la, senão quanto ao presente, pelo menos quanto mais mínimos detalhes, com tanta precisão e clareza, que impossível se torne qualquer interpretação divergente.

Foi o que Kardec se empenhou em fazer:

- observando os fenômenos, estudando suas causas e efeitos;

- colocando os ensinos em ordem didática;

- comentando-os e difundido-os oralmente e por escrito.

“O espiritismo veio libertar definitivamente o homem de todas as estruturas psíquicas milenares que amordaçam o espírito (…) deve permanecer íntegro no estudo, na pregação e na prática (…) caso contrário, o povo não conhecerá a grandeza da Doutrina de Kardec e nem a sublimidade do Evangelho do Cristo. Walter Barcelos (Em “A Base da Pureza Doutrinária”, publicado na revista Informação, de setembro/1997)”

Mas o Espiritismo não tem caráter progressivo?

Sim e, dado a esse caráter progressivo da doutrina, a ela se poderão incorporar novas revelações espirituais e novos conhecimentos que a ciência venha a alcançar.

Mas não sem que passem, antes, pelo crivo da razão e, quando possível, da experimentação.

Além disso, os princípios fundamentais da Doutrina Espírita já foram solidamente estabelecidos e não precisam nem devem ser alterados.

A obra doutrinária de Kardec não será substituída e, sim, apenas analisada mais profundamente ou complementada no decorrer do tempo.

Não percam! Este estudo “Pureza Doutrinária”, continua nos próximos dias!

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