NA LUZ DA REENCARNAÇÃO – ARGUMENTANDO SOBRE A REENCARNAÇÃO

Argumentando sobre a Reencarnação

Criando-nos, teria Deus visado alcançássemos a
perfeição e a felicidade. Mas quem, jamais, em uma só
vida, atinge a perfeição intelecto-moral de que Jesus é
modelo?

Quem chega a ser nesta vida puro, bom e capaz,
em alto grau? Mesmo contando com hereditarieda­
de e meio ambiente favoráveis, e mesmo se aplican­
do muito?

Então, o objetivo divino ficaria sem ser atingido e
Deus não se revelaria poderoso.

E quanto à bondade de Deus, como entendê-Ia,
faltando-nos a chave da reencarnação?

Ao nos criar e nos dar uma existência única, Deus
já sabia que não conseguiríamos atingir a perfeição e a
felicidade, mas nos faria almejar essa possibilidade, o
que nos deixaria insatisfeitos e torturados.

E isso não seria demonstração de bondade.

Reflitamos novamente sobre a justiça, o poder
e a bondade de Deus, agora com o concurso da re­
encarnação.

Deus é justo, cria todos iguais e a todos dá as mes­
mas oportunidades.

As diferenças entre os indivíduos se explicam pelo
grau de evolução em que se encontram, por não terem

sido todos criados ao mesmo tempo.ou por terem sa­
bido tirar melhor aproveitamento de suas experiências.

o mal que fazem traduz apenas sua ignorância
das leis divinas. As dificuldades e problemas diferen­
tes que enfrentam constituem as experiências várias
adequadas a cada ser, o que cada um necessita no
momento para seu labor e seu desenvolvimento. Mas
todas trazem proveito para os seres e cada qual recebe
segundo suas obras.

Assim, não há acaso ou injustiça divina, nem mes­
mo ante as situações hereditárias, que se explicam pela
relação do reencarnante com a família em que renasce,
ou pelas condições que traz em seu perispírito;

Nem mesmo ante as diferenças do meio ambien­
te, encontramos injustiça divina, pois o espírito ali se
encontra por ter ligações com esse meio ou precisar
das experiências que ele enseja.

Deus é poderoso. Criou-nos para a perfeição e a
felicidade e pelas vidas sucessivas todos as alcançaremos.

o aperfeiçoamento incessante dos seres é a vonta­
de de Deus, expressa na lei de progresso, que se cum­
pre sempre, levando os seres a alcançarem o fim por
Ele previsto.

Civilizações grandiosas que se extinguiram foram
grupos de espíritos “diplomados” na escola Terra, que
alçaram vôo a mundos mais avançados.

Deus é bondoso, pois concede a vida, aponta um
fim e dá meios para se atingi-lo. Na sucessão das vidas,
cada qual receberá segundo suas obras, como assegu­
rou Jesus. Misericordioso, Deus a ninguém condena
pelos seus erros, mas enseja sempre novas condições e
dá tantas oportunidades quantas necessárias, para que
o ser possa se corrigir e aperfeiçoar, reajustar o am­
biente e seres sobre os quais influiu.

Não duvidamos dos atributos divinos nem os
estamos debatendo, apenas examinamos as idéias que
os homens fizeram ou fazem a respeito deles, para con­
cluir que a reencarnação nos reconcilia com o poder,
a justiça e a bondade de Deus.

“CONTINUA…”

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NA LUZ DA REENCARNAÇÃO – ARGUMENTOS FILOSÓFICOS

Argumentos filosóficos

Se não considerarmos a idéia da reencarnação,
que poderemos pensar sobre a justiça divina?

Cada pessoa, ao nascer neste mundo, seria um
espírito novo, que Deus teria criado para, numa única
existência terrena, alcançar a perfeição e a felicidade.

Mas não somos hoje como os homens das caver­
nas, já evoluímos e desfrutamos de novas e melhores
condições do que eles, antigamente. Deus não teria
ido justo com eles, pois tiveram menores oportunida­
des e favores do que os que Deus nos concedeu.

E, por que nascem pessoas em situações diversas:
saudáveis ou enfermos, ricos ou miseráveis? Inteligen­
tes ou débeis mentais?

Seria uma determinada hereditariedade que faria
uns inteligentes e outros débeis mentais? Entretanto,
caracteres psicológicos não se herdam, como provam
Kant, Descartes, Kepler, Bacon, nascidos de pais me­
díocres, e os geniais Sócrates, Périclcs, Goethe, Napo­
leão tendo descendentes inexpressivos.

o meio ambiente explicaria todas as diferenças?

Não tem o ser seus próprios limites e, também, suas
próprias capacidades que transcendem o meio? Por
outro lado, como ficariam os selvagens que não des­
frutam de meio favorável? E os que morrem crianças e
não chegam a utilizar qualquer benefício do meio?

Sem a reencarnação, vemos as criaturas sofrendo
diferenças fatais, físicas, intelectuais, sociais que não
causaram, que não podem superar, das quais não se
podem libertar.

Sem a reencarnação, teríamos pontos de partida
diferentes, recursos desiguais. Como exigir alcancem
todos os mesmos resultados?

Como ficaria a nossa noção quanto à justiça de
Deus, ante essas diferenças de sorte completamente
aleatórias e imerecidas?

Experimentemos, agora, ainda sem a idéia da re­
encarnação, refletir quanto ao poder de Deus.

“CONTINUA…”

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NA LUZ DA REENCARNAÇÃO – PARTE III

Finalidade da reencarnação

A encarnação é uma imposição de Deus aos espí­
ritos. Deus nada faz inútil ou mau. Faz-nos encarnar
com o objetivo de levar-nos à perfeição.

Não que nos haja criado imperfeitos, defeituosos.

Criou-nos como à semente, que não é defeituosa mas
ainda não está desenvolvida, terá de germinar, tornar­
se planta, para afinal florescer e dar frutos.

Assim, os espíritos todos recebemos de Deus um
potencial intelecto-moral basicamente igual, que deve­
remos desenvolver pelo nosso próprio esforço para
merecer usufruir os resultados. A cada um segundo as
suas obras.

Quando reencarna, cumpre o ser inteligente de­
terminado desígnio divino no mundo terreno e, ao
mesmo tempo, progride, desenvolve-se intelectual e
moralmente, rumo a um aperfeiçoamento crescente
que lhe permitirá usufruir mais e melhor da vida uni­
versal e nela agir também mais e melhor, constituindo
esse resultado o seu divino salário. Enquanto concor­
re para a obra geral, ele próprio se adianta.

Não poderíamos progredir somente como espíri­
to e no plano espiritual?

A reencarnação visa a colocar-nos em condições
de suportar a parte que nos toca na obra da criação:

Lidar eficientemente com coisas e seres. Para tanto, é
necessário conhecer de perto e profundamente a na­
tureza, estrutura e usos da matéria, aprender a traba­
lhar com ela, entender como são e como se compor­
tam os seres corpóreos, aprender a como chegar
melhor organização da sociedade. Para isso o espírito
assume, em cada mundo, um instrumento em harmo­
nia com a matéria essencial dele. E produz, ainda, so­
bre a matéria, um estado especial, diferenciado, supe­
rior, que os instrutores espirituais chamaram de inte­
lectualização da matéria.

No caminho do seu desenvolvimento, o espírito
passa por experiências iniciais, as chamadas provas, que
lhe servem de aprendizado e de teste. As provas de sua
nova existência o retardarão ou farão avançar, conforme as
suporte. E enfrenta, pela lei de causa e efeito, as conse­
qüências de seus atos, nas chamadas expiações, que
lhe servem para reajuste, recomposição e disciplina­
mento da atividade.

A simples afirmativa de que há reencarnação não
seria suficiente para fundamentar nossa convicção.
É preciso que raciocinemos em torno do tema para
que cheguemos a uma certeza a respeito. Tentemos
um exame do tema sob o ponto de vista filosófico e o
científico.

“CONTINUA…”

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NA LUZ DA REENCARNAÇÃO – PARTE II

Reencarnação

É o retomo do espírito à vida corpórea. Esta idéia
implica a aceitação não somente da existência do espí­
rito, o princípio inteligente da Criação, como de sua
preexistência em relação ao corpo, de sua encarnação
e de sua sobrevivência, após a morte do organismo
corpóreo.

Imortal, o espírito não se desfaz, como o corpo físi­
co, continua a viver no plano espiritual com o seu pe­
rispírito, o corpo espiritual de que falava o apóstolo
Paulo, em sua I Carta aos Coríntios (15:43-50):

Semeia-se corpo material, ressurge corpo espiritual (. .. )
a carne e o sangue não podem herdar o reino dos céus.

Tem razão o apóstolo, pois sangue e corpo são
substâncias materiais que não se alçam ao plano do
espírito, ficam na terra a que pertencem. O que res­
surge e vai viver no Além é o espírito com seu perispíri­
to, o corpo fluídico sutil, que lhe serve de instrumen­
to para a ação e o relacionamento com seres e coisas,
tanto no mundo espiritual como no material, e com o
qual ressurgimos, reaparecemos, após a morte física.

Sobrevivendo ao corpo, o espírito pode reencar­
nar, voltar a se ligar à matéria, formando novo corpo
para viver outra existência terrena.

A nova ligação com a matéria se fará desde a con­
cepção, servindo o perispírito de “molde” para a for­
mação do novo corpo, na qual a hereditariedade exer­
ce o seu papel e o meio ambiente, a sua influência.

Assim, reencarnar não é nascer no corpo de ou­
tra pessoa, como pensam alguns, mas formar para si
mesmo um novo corpo e animá-Ia. É uma ressurrei­
cão na carne, mas não a ressurreicão da carne.

E não é de admirar que o espírito, que já formou uma
vez um corpo, possa fazer isso outras vezes. Diz a sabe­
doria popular, “cesteira que faz um cesto, faz um cento”.


“CONTINUA…”

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NA LUZ DA REENCARNAÇÃO – PARTE I

Espírito e matéria são os dois elementos gerais no
Universo criado por Deus. Distintos e independentes
entre si, da união deles resultam todas as manifesta­
ções da vida universaL

Os espíritos são os seres inteligentes da Criação,
povoam o espaço fora do mundo material, revestem-se
de um corpo de fluidos, o perispírito.

De substância extremamente sutil, o perispírito é,
para nós, invisível e intangível, mas inteiramente apro­
priado à vida do espírito, pois lhe dá percepções espe­
ciais (globais e não canalizadas como em nossos ór­
gãos dos sentidos) e lhe proporciona perfeita relação
com o plano em que o espírito vive e que também é
fluídico.

A encarnação

Para habitar um mundo corpóreo, nele vivendo e
agindo, os espíritos precisam se revestir da substância
existente nesse mundo. Como na Terra os corpos são
de carne, denominamos esse processo de encarnação.

AB primeiras ligações dos espíritos com este mun­
do material se deram em priscas eras, quando éramos
princípio inteligente ainda não individualizado, fase
da qual não guardamos recordação.

“Continua…”

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WHEN SPIRITISM SPEAKS – PART.V

SAINT JOHN THE BAPTIST

He was the Precursor of the Christ, arising before him on the Palestine scene, “preparing his path” in the souls bv alerting and guiding people for the imminent
coming of Jesus.

Preaching on the banks of the [ordan, he called people to repent, immersing those who acceded to hirn into the waters of the river – symbolizing that bv their repen­
tance, they “cleansed” themselves of their past errors.

He was an energetic, brave, austere and strict man of rigid character and sober habíts, who wore coarse clothing made of camel’s hair and a leather belt around
his waist; and fed on locusts and wild honey.

As a hearing and seeing medium, he could hear and see things of the spiritual plane. Through one such hearing and viewing phenomenon, he identified Jesus as the
essiah, and announced him to all.

John challenged King Herod and Queen Herodias:or living in adultery. He was then beheaded, which reeemed him from an error of a previous incarnation,
hundred years before his time, when as prophet Elihe sought to combat idolatry and bring the people – worship one God. But he used violence, by putting
priests of Baal to death by decapitation.

After his bodily beheading in the physical world, hek on his high rank in the spiritual world again. Then he appeared in spirit onee more as Elijah, flanking Mo­
ses in the episode of Jesus’ transfiguration, in dialogue with the Master about the final events of his mission on Earth.

Yet how is he remembered today? As a severed head presented to Herod on a plate, or else as a eurly haired boy holding a banner with a eross and aecompanied by a
little lamb – an allusion to him being Jesus’ eousin, the Lamb ofGod.

However, how about the real [ohn the Baptist?

What were his thoughts? What were his aetions?

What did he teaeh? “He that has two coats, at him impart to him that has none; and he that has meat, let him do hkewise. (Lk 3: 11)” And to tax eolleetors: “Exact no more
than that which is appointed you.” To soldiers. “Do violence to no man, neither accuse any falsely; and be content with your wages. (Lk 3: 13-14)”

No one remembers this, nor meditares about it, nor follows him.

“to be continue…”

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WHEN SPIRITISM SPEAKS – PART.IV

SAINT ANTHONY OF PADUA

Born in Lisbon, Portugal, on August 15, 1195, his original name was Fernando Martins de Bulhões. He had a religious disposition. So does everyone that has
already developed an interest and feeling for spiritual things, during previous existences.

Since in Portugal, at the time, Roman Catholicism was the only possible religion, it was in it that he worked.

In 1211, at the age of sixteen, he joined the monastery of the Canons Regular of Sr. Augustine. Yet certain evils were already plaguing the Church: Misconduct and
games of interests, not in keeping with Fernando’s ethical and moral character, were distracting and preventing him from concentrating and studying.

In 1212, he went on retreat in a monastery in Coirnbra, where he studied philosophv and theology, and “acquired mediumistic erudition”, for, as a medium, he
also learned with his spirit mentors.

But the Augustinian monks’ lífesryle was far from being a model…

In 1217, some friars, disciples of Saint Francis of Assisi, carne to preach in Coimbra, where the Portuguese queen then founded a monastery in Olivais for them.
There the friars produced various phenomena, just like the early Christians did, by using mediurnship, which left Fernando very impressed.

After that, those friars, along with some other five thousand, went to preach in Africa, where they ended up being killed for the faith, because the message was
still premature for those peoples.

Feeling the impact of those friars’ martyrdom, in 1220, at the age of 25, Fernando was ordained Franciscan priest in their monastery, taking on the name of
Anthony – a saintly hermit of the third and fourth centuries, patron of that hermitage of Olivais, and considered the founder of secluded monasticism.

Soon after his ordination, Friar Anthony went to Africa to preach the Gospel, but being frail and of a delicate constitution, he was stricken down by a severe ill­
ness and then shipped to Spain. However, strong winds deviated the ship from its course, driving it upon the coast of Taormina, in Sicilv (Italç), so Anthony went to
convalesce in Messina.

In Porziuncola, home of the first Franciscan settle ment, a General Chapter had been convened. Anthony wanted to attend it to meet Francis of Assissi in person.
Once there, frail, humble, unassuming and simple, he went totally unnoticed.

His qualities carne to be noticed later in Forli, when the local prelate insisted with him to address a few words about the Gospel to the assembled brethren, to which
Anthony at first humbly declined.

“Speak whatever the Holy Ghost may put into your mouth,” they asserted. That was a kick-start for the good spirits to mediumistically influence Anthony, who
began by speaking of the fear of God, yet gradually ascended, attaining the summit of eloquence and dernonstrating his profound knowledge of the Holy Scripture.
He touched on subtle points of doctrine and practice of Christianity; and in a remarkable synthesis, said things that the attending luminaries admitted they had never
heard before from anyone.

Turned into an eminent preacher, he also produced remarkable phenomena which left people astonished. He was a medium for physical effects, and applied
magnetic passes, performed cures and produced materializations. He also had out-of-body experiences and transfigured himself, had the faculties of clairvoyance,
clairaudience, and prophecy. There were 53 “miracles” attributed to him in his canonization processo Among those facts, usually the most cited is an out­
of-body experience.

Anthony’ s father lived in Lisbon, where a certain young man of important family had recently been murdered. Because the corpse was hidden in his house’ s
backyard, Anthony’ s father was accused of accomplice, and ended up condemned to death by decapitation, ogether with the murderers. Meanwhile, Anthony was
preaching in Padua, a town in ltaly, when he was inormed bv mediumistic means of his father’ s situation.

He ceased speaking and his body immobilized. Leaning azainst the pulpit, he seemed to sleep; but in a phenomenon of out-of-body experience and bicorporeity, he apeared in Lisbon, at the churchyard of the Sé, where the murdered man had been buried, and stopped the procession of justice.

Upon coming near his grave, Anthony materialized the murdered man’s body, making him relate the whole truth about the crime, without leaving out any detail.

To everybody’s astonishment, the deceased was seen to rise from his tomb and, once his narra tive was finished, drop “dead” again. Would that really have
been a materialization? Or rather Anthony, as a medium, had served the disincarnate man with psychophony and transfiguration?

After this event, Anthony, in spirit, returned to Padua, reassumed control of his physical body, and resumed the interrupted preaching, first apologizing for the long
intermission, and then telling how he had gone and succeeded in rescuing his parent. Those who doubted him, later received confirmation of the case, when the
requested information arrived from Portugal. (Incidentally, in that city there was a street called “Sr. Anthony’s Miracle Street.”)

For that reason, Saint Anthony is also called “of Lisbon”, whereas others call him “of Padua.”

In 1231, Friar Anthony disincarnated in Arcella,ltaly, not yet aged 36, on [une 13, the date he is commemorated.

He was a great preacher, medium, moral counselor, and an example of virtues and charity.

Yet how is he remembered today? Through the distribution of “Saint Anthony’ s Bread” to the poor is onething, but one wonders why as a “marriage saint” (in
Portugal, Spain and Brazil) , just for having managed to abolish a law by which a bride, especially a poor woman wishing to marry a rich man, was required to have a dowry in order to marry.

“to bem continue…”

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LANÇAMENTO DO LIVRO “QUANDO O ESPIRITISMO FALA” EM INGLÊS

Prezados leitores.

É com grande satisfação que anuncio aqui para vocês um livro de minha autoria traduzido para o inglês.

Do livro “Quando o Espiritismo fala” – When Spiritism Speaks – Editora Allan Kardec.

Primeiro livro da Editora Allan Kardec traduzido para o Inglês e colocado no Site Amazon para compra.

http://www.amazon.com/When-Spiritism-Speaks-ebook/dp/B00D98XQDS/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1371490830&sr=1-1&keywords=when+spiritism+speaks

Saúde e Paz a todos.
Therezinha Oliveira

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WHEN SPIRITISM SPEAKS – PART.III

SO HOW MANY CATHOLIC SAINTS ARE THERE?

In the cult of saints already identified by the church historians, about 10 thousand!

Thousands more names of saints have been lost in time.

Among the registered saints, many are of doubt ful existence, such as: Saint Christopher, designated as “Christ-bearer” – what every Christian is or should be,
Saint George, who is no longer an official saint because found to be a legend – he alIegedly slew a dragon and dragons do not exist, and Saint Michael the Archangel,
disqualified for not being human but an angel – as Catho lics believe angels were created apart from humanity.

Since 1234, there were less than 300 canonizations.

Why is that so? Because from then on the right of canonizing became officiallv reserved to the papal authoritv, and church authorities have been striving to centralize
and control the proliferation of saints and saints’ cults.

Shortly before, in 1232, Pope Gregory IX had instituted the Holy Office of the Inquisition, to persecute heretics.

Mediumistic manifestations were prohibited (based on the Old Testament, however there is no mention of any such prohibition in the New Testament), and the
hunt for witches and wizards started. Many of them were just psychic mediums of that time.

Without the aid of mediurnship, miracles, phenomena as “a sign of divine favor”, became scarce, while only those occurring within the ambit of the church remained.

Who would be made a saint then?

- Missionaries and bishops of exceptional zeal (especially towards the poor),
- Apologists, notable for their intellectual defense of the Catholic faith or their personal asceticism, such as Saint Thomas Aquinas and Saint Teresa
of Avila,

- Founders of religious orders,

- Catholic sovereigns loyal to the church, that dernonstrated special solicitude for their subjects, such as Saint Louis of France.

As we can see, all almost exclusively from the Catholic priesthood. So much so that the Roman employees of the Holy See have been saying for years: “The calendar
af saints is already full af clerics, what the Church needs is more lay saints.”

Nonetheless, there continues to be interestand concern in identífying and recognizing new saints to introduce thern to the faithful, in the hope that they will
serve as role models and examples. It was the cult of saints that extended the frontiers of Christendom. Evenafter the Reformation, it continued to mediate faith and
morality in Catholic countries.

WHAT HAPPENS WHEN THE SAINT IS NO LONGER A CULTURAL IDEAL?

lndeed, what happens when the life of saints is no longer remembered nor told? And miracles attributed to their intercession are no longer credible? And sanctity
models for which the saints were venerated – such as renunciation of the world, self-flagellation, contemplative life – no longer motivate the majority of the faithful?

ln 1988, Pope [ohn Paul II canonized 122 men and women, and beatified another 22. How many Catholics know their names? How many care about it, outside the
Church?

An American Catholic theologian has plaíntively pointed out that the formal canonization processes are no longer providing the Church with the saints it needs.

HAVE SAINTS CEA$ED TO EXIST?

Are not there any more people of virtues, faith and spiritual powers, living according to divine laws? Yes, indeed there are; and they are in the world, inside or outside Catholicism. Their lives may always serve us as an
example and incentive on the path to sanctity.

THREE GREAT CATHOLIC SAINTS

In the month of June, three great saints are especially celebrated.

Let us recall them.

“to be continue…”

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LANÇAMENTO DO LIVRO EM INGLES – “Quando o Espiritismo Fala”

Prezados leitores.

É com grande satisfação que anuncio aqui para vocês um livro de minha autoria traduzido para o inglês.

Do livro “Quando o Espiritismo fala” – When Spiritism Speaks – Editora Allan Kardec.

Primeiro livro da Editora Allan Kardec traduzido para o Inglês e colocado no Site Amazon para compra.

http://www.amazon.com/When-Spiritism-Speaks-ebook/dp/B00D98XQDS/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1371490830&sr=1-1&keywords=when+spiritism+speaks

Saúde e Paz a todos.
Therezinha Oliveira

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